O campo do governador Clécio Luís (União Brasil) já contava com pelo menos 3 pré-candidatos ao Senado: Randolfe (PT), Acácio (MDB) e Teles Jr (PDT). Agora, com a candidatura de Alliny Serrão (União), a base implode.
Na avaliação de um aliado de Clécio, que preferiu não se identificar, a entrada de Alliny Serrão (UB) atinge diretamente o senador Randolfe Rodrigues (PT). Ele capitaneava o 1º voto da chapa, mas agora pode ver esse voto dividido com Alliny após sua entrada na disputa.
Outra situação que deixa os aliados de Clécio revoltados, é a concentração de prioridades nas majoritárias só no União Brasil, partido do senador Davi Alcolumbre (UB), pode causar descontentamento nos outros partidos aliados de Clécio que também têm pré-candidatos ao Senado, como MDB e PDT.
Circula no meio político a hipótese de que a entrada de Alliny Serrão na disputa ao Senado seja um recado direto de Davi Alcolumbre (UB) ao presidente Lula (PT) e ao PT, que tem na reeleição de Randolfe sua principal prioridade no Amapá.
Na disputa pelo Senado, Rayssa Furlan (Podemos), lidera com 52,6% . Lucas Barreto (PSD) tem 40,2% e Randolfe aparece em 3º com 33,0%. A pesquisa Veritá tem o Registro na Justiça Eleitoral: AP-02323/2026 e BR-06360/2026.