Com governo sem rumo, Clécio exonera secretário de Planejamento

Com governo sem rumo, Clécio exonera secretário de Planejamento

Carlos Michel Miranda da Fonseca, até então titular da Secretaria de Governo e Planejamento, foi exonerado em pleno final de semana, um gesto que escancara a instabilidade e o improviso no núcleo do poder.

Nos corredores do Palácio do Setentrião, o comentário é recorrente: o clima entre os secretários se tornou insustentável. O governo vive uma guerra interna por espaços, contratos com empresários e antecipação de candidaturas, transformando a gestão em um ambiente hostil e desorganizado.

O planejamento orçamentário falhou. As contas do governo dão sinais de colapso, fornecedores não recebem, contratos ficam sem pagamento e a máquina começa a travar. Apesar do apoio de três empresários bilionários ligados a Clécio, Carlos Michel teria alertado reiteradas vezes sobre o risco iminente de colapso financeiro.

A origem dos conflitos passa pela quebra de confiança e pelo desgaste político evidente. Com a popularidade em queda, o governo se fecha, enquanto parte do próprio grupo já busca novas alianças fora do projeto.

Dizem nos corredores que a chamada “lei cleciana” é clara: quem discorda, quem alerta ou questiona, fica fora.

O resultado é um governo fragmentado, acuado e cada vez mais refém de suas próprias contradições.


Compartilhe
Comente
Sua opinião é importante. Participe 👇