O pré-candidato ao governo do Amapá, Dr. Furlan (PSD), já emplacou duas vitórias majoritárias contra o grupo político que é liderado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil).
A primeira vitória ocorreu, em 2020, quando Dr. Furlan saiu candidato pela primeira vez ao cargo de prefeito de Macapá, onde concorreu pelo Partido Cidadania em aliança com o MDB.
Naquela ocasião, Dr. Furlan enfrentou o empresário, Josiel Alcolumbre (União Brasil), irmão do senador, Davi Alcolumbre (União Brasil), que exercia o cargo de Presidente do Senado e contou com o apoio do então governador, Waldez Góes (PDT), do ex-prefeito de Macapá, Clécio Luis (União Brasil), do então presidente Jair Bolsonaro (PL) e de grande parte dos prefeitos que vieram do interior, já que a eleição em Macapá foi alterada. Mesmo assim, Dr. Furlan saiu vitorioso na disputa.
Em 2022, por muito pouco a médica, Rayssa Furlan (Podemos), que pela primeira vez disputou uma eleição, não tirou a vaga de Davi Alcolumbre. Só em Macapá, Rayssa colocou mais de 20 mil votos de diferença.
Em 2024, o grupo de Davi Alcolumbre se dividiu em várias candidaturas (Paulo Lemos, Gilvam Borges, Aline Gurgel e Patrícia Ferraz) com objetivo de unir todos num eventual segundo turno. No entanto, Dr. Furlan saiu vitorioso com 85,08% dos votos, sendo o prefeito mais votado do Brasil, entre as capitais.
Em 2026, as eleições caminham para uma polarização entre Dr. Furlan, que tem o apoio do senador Lucas Barreto (PSD), Rayssa Furlan (Podemos), do deputado federal Vinícius Gurgel (PL), do empresário, Kassyo Ramos (PRD) e Diego Santos (Cidadania), contra o atual governador, Clécio Luis, que tem o apoio, além de Davi, do ministro Waldez Góes (PDT), do senador Randolfe Rodrigues (PT) e do ex-deputado Camilo Capiberibe (PSB).
Pelos números da pesquisa Real Time Big Data, Dr. Furlan saiu na frente antes de anunciar a pré-candidatura ao GEA com 66% das intenções de voto contra 29% de Clécio. Nulo/Branco somaram 3% e Não sabem 2%.
Metodologia
A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores do Amapá, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo AP-07630/2026.