Waldez permanece em ministério sem aval de Davi e estremece ainda mais base de Clécio e Randolfe

Waldez permanece em ministério sem aval de Davi e estremece ainda mais base de Clécio e Randolfe

A base política que governa o Amapá enfrenta novos desgastes. A manutenção de Waldez Góes (PDT) no Ministério da Integração Nacional sem o aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), aprofundou o racha entre o grupo do governador Clécio Luís (União Brasil), do senador Randolfe Rodrigues (PT) e o PDT.

A decisão partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Davi Alcolumbre havia indicado Waldez para o cargo no início do governo federal, mas não foi consultado sobre a permanência do ministro. A falta de alinhamento expôs a divisão dentro da base que comanda o Estado.

O segundo episódio que ampliou a crise foi a eleição em Oiapoque, no último domingo, 12. O deputado estadual Inácio (PDT) foi eleito prefeito sem apoio de Clécio e Davi. Aliados dos dois apoiaram o candidato derrotado, Guido Mecânico (PP).

Após a vitória, Marco Góes, filho do ministro Waldez, publicou nas redes sociais: “Tem que respeitar o 12”, em referência ao número do PDT nas urnas.

O jornalista Reginaldo Borges, que esteve durante dois meses no município de Oiapoque confirmou o racha na manhã desta segunda-feira, 13, durante o programa O Estado É Notícia. “O fato que tem sim um racha”, afirmou.

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