“O Amapá não pode mais esperar”, afirma Dr. Furlan sobre asfaltamento da BR 156

“O Amapá não pode mais esperar”, afirma Dr. Furlan sobre asfaltamento da BR 156

O pré-candidato ao governo do Amapá, Dr. Furlan (PSD), participou de entrevista ao Podcast do deputado estadual R. Nelson Vieira (Podemos) e falou de diversas propostas e entraves que atrapalham o desenvolvimento do Amapá. 

Na avaliação de Dr. Furlan o governo do Estado precisa implementar uma gestão que não perca recurso, tenha uma equipe técnica e bem preparada. 

“Que execute as obras com início, meio e fim”, afirmou o pré-candidato ao GEA, ao listar a construção da Ponte Sérgio Arruda, Instituto Macapaense de Pediatria (IMPE), a Praça Jaci Barata, Praça da Conceição e Orla da Fazendinha, que foram executadas pela prefeitura de Macapá com recursos da Caixa Econômica Federal.  

“Nós precisamos sim finalizar as obras da BR 156. Tem que está em cima. Chamar secretários e cobrar. Nós entregamos a Via Expresso Aníbal Barcellos em 4 meses. Entregamos a Ponte Sergio Arruda em 6 meses que levaria 1 ano e meio”, exemplificou Dr. Furlan ao dizer que o Estado pode fazer um Termo de Execução Descentralizada e assumir as obras da BR. “Além disso, a partir dos lotes que foram licitados é preciso cobrar as empresas. O Amapá não pode mais esperar”, disse.

Em novembro de 2024, o senador Davi (União Brasil), o senador Randolfe (PT), o ministro Waldez (PDT) e o governador, Clécio Luis (União Brasil), trouxeram o ministro da Infraestrutura, Renan Filho, para assinatura da Ordem de Serviço, mas pouco avançou no asfaltamento. “Então obra, é igual obra da nossa casa. É preciso estar em cima e cobrar”, afirmou.

A BR-156, no Amapá, é considerada a obra pública inacabada mais antiga e longeva do Brasil, iniciada em 1932 com o objetivo de ligar Macapá ao Oiapoque (fronteira com a Guiana Francesa). Com mais de 90 anos de construção, a rodovia é marcada por trechos de terra, lama, pontes precárias e promessas. “Não se pode fale em petróleo em Oiapoque, ame antes concluir a BR”, concluiu Dr. Furlan.

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