Mais uma tentativa do “Grupo do Atraso” de tornar Dr. Furlan inelegível é desmascarada

Mais uma tentativa do “Grupo do Atraso” de tornar Dr. Furlan inelegível é desmascarada

O Ministério Público do Amapá (MP-AP) cumpriu mandados de busca e apreensão na tarde desta quarta-feira (6), a pedido da defesa do ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan (PSD). A operação investiga uma possível fraude e falsificação de documentos que tinha como objetivo colocar o pré-candidato ao governo do Amapá, Dr. Furlan, inelegível. 

A ação foi conduzida pelo Gaeco e teve como alvo o setor de protocolo da Câmara Municipal de Macapá e a Prefeitura.

Segundo os advogados de Dr. Furlan, houve falsificação de documentos para tentar enquadrá-lo na Lei da Ficha Limpa. A tese é que a representação foi protocolada de forma irregular, com data retroativa, para caracterizar renúncia em meio a processo por infração político-administrativa, o que geraria inelegibilidade por 8 anos.

A defesa classifica o episódio como “mais uma tentativa do Grupo do Atraso” de tirar Furlan da disputa pelo Governo do Estado em 2026, na qual ele aparece liderando as pesquisas.

Os mandados foram expedidos após representação da defesa de Furlan. O MP-AP recolheu documentos, livros de protocolo e arquivos digitais para perícia. O material vai subsidiar a análise sobre a autenticidade das datas e assinaturas.

A Câmara Municipal e a Prefeitura de Macapá informaram que colaboraram com a ação e que aguardam a conclusão das investigações. O MP-AP não detalhou o conteúdo apreendido e disse que o caso corre sob sigilo.

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