A repercussão da operação da Polícia Federal que cita o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e conversar do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou a temperatura política no Amapá e ampliou a cobrança por transparência sobre o aporte de R$ 400 milhões feito pela AMPREV no Banco Master, na gestão do governador Clécio Luís (União Brasil).
No início do ano, a PF realizou operação no Amapá e um dos alvos foi o ex-presidente da AMPREV, Jocildo Lemos, indicado pelo senador Davi Alcolumbre (União Brasil). O investimento no Master é alvo de apuração da PF.
O deputado R. Nelson cobra devolução imediata dos recursos e responsabilização de gestores.
Com Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro no radar da PF por operações financeiras suspeitas, aliados e oposição no Amapá aumentam a expectativa pela quebra de sigilo e divulgação dos documentos que detalham como a AMPREV aprovou o aporte no Master.
Apesar de ter indicado Jocildo ao cargo, o senador Davi nega envolvimento. O governador Clécio Luis que nomeou tem minimizado o assunto quando é indagado.