Advogada Diandra Moreira deixa à disposição da justiça celular que registrou fraude no protocolo da Câmara de Macapá

Advogada Diandra Moreira deixa à disposição da justiça  celular que registrou fraude no protocolo da Câmara de Macapá

A advogada Diandra Moreira protocolou na 2ª Vara Criminal um requerimento colocando à disposição da Justiça o aparelho celular que, segundo ela, registrou fraude no protocolo da Câmara Municipal de Macapá (CMM).

No documento, a advogada afirma que tomou conhecimento de questionamentos da defesa sobre a perícia já realizada no aparelho, com dúvidas sobre a autenticidade e integridade do material extraído.

Diandra pede que o Juízo realize nova perícia técnica no celular, caso entenda necessário. Além disso, a advogada esclarece que “não possui qualquer interesse em dificultar a produção da prova, tampouco possui qualquer receio quanto à realização de exame pericial, uma vez que não tem absolutamente nada a ocultar”.

Ela também reforça que figura no processo exclusivamente na condição de testemunha, “não sendo investigada, indiciada ou acusada da prática de qualquer infração penal”.

O celular está ligado a investigações sobre suposta fraude no protocolo da Representação 001/2026 da CMM. O próprio Ministério Público do Amapá (MP/AP) através do Gaeco já havia identificado a fraude e oferecido a denúncia.  

O material teria registrado inconsistências na data e na forma como o documento foi protocolado na Câmara. A representação é peça central nas ações que pedem a impugnação do registro de candidatura de Dr. Furlan (PSD) ao Governo, com base na alínea "k" da Lei da Ficha Limpa.

Agora cabe ao juiz da 2ª Vara Criminal decidir se determina ou não a nova perícia no aparelho.

O resultado do exame pode ser usado como prova tanto na esfera criminal quanto na Eleitoral, no processo que tramita no TRE-AP.

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