Em tempos de eleição, quando a tentação de usar instituições de Estado como palanque é grande, a postura firme do delegado Estéfano da Silva Santos, titular da Delegacia de Repressão Ao Crime Organizado (DRACO), merece ser reconhecida e aplaudida.
Ao vir a público desmentir fake news e esclarecer que não existe qualquer investigação que ligue Dr. Furlan a facções criminosas, Estefano fez o que se espera de um policial de carreira: defendeu a verdade técnica, a imparcialidade e a honra da Polícia Civil do Amapá.
O delegado foi convidado pela Record TV nacional para falar tecnicamente sobre rotas do tráfico e facções. Sua entrevista, séria e qualificada, foi descontextualizada e inserida de forma maliciosa em uma matéria sobre supostos crimes político-eleitorais, numa tentativa clara de usar o prestígio da DRACO para dar credibilidade a uma narrativa política.
Estéfano gravou vídeo, esclareceu os fatos e separou o joio do trigo; Afirmou categoricamente que as investigações da Draco NÃO apontam ligação de Dr. Furlan com facções; Notificou extrajudicialmente a Record TV, o portal Seles Nafes e o Diário do Amapá exigindo remoção e retratação; Acionou a ADEPOL, contra o uso político da instituição.
“Minha imagem e o trabalho sério que realizamos foram usados apenas para passar credibilidade a uma matéria da qual não participo. A Polícia Civil atua com rigor, técnica e acima de tudo imparcialidade”, disse o delegado.
Ele impediu que a Polícia Civil, uma das instituições mais respeitadas do estado, fosse arrastada para o jogo sujo da política.