A passagem do prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua (União Brasil), deixará uma herança maldita para as finanças da prefeitura da capital.
Nesta sexta-feira, 30, ele anunciou que servidores do contrato administrativo e cargos comissionados só irão receber seus salários no dia 10 de novembro.
A crise também atinge médicos que estão desde o dia 10 de outubro aguardando pagamento de salários e plantões.
Na educação, DaLua rompeu o contrato com agricultores familiares que abasteciam a rede de educação com merenda escolar. Um dos trabalhadores divulgou vídeo nas redes sociais, onde mostra que teve que jogar fora melancias por conta da decisão do prefeito interino.
O lixo também toma conta da cidade. Moradores relatam em diversos bairros da capital que os carros coletores não passam há mais de semanas.
DaLua que está à frente da prefeitura por decisão do ministro do STF, Flávio Dino, afirmou que ocorreu retenção de R$ 10 milhões de recursos do município pela Receita Federal.
No entanto, durante os últimos cinco anos da gestão do então prefeito de Macapá, Dr. Furlan (PSD) e do vice, Mário Neto (Podemos), em nenhum momento ocorreu os problemas que hoje o macapaense sofre.