Para tentar cobrir a própria incompetência e afastar as suspeitas do esquema de desvio de verba pública em que está atolado, o prefeito interino Pedro DaLua (União Brasil) resolveu jogar a culpa no passado e apelar para a vitimização. Em publicação recente, alegou "trabalhar incansavelmente" após a Receita Federal reter R$ 10,5 milhões da prefeitura.
Segundo fontes da própria Receita Federal, os R$ 10,5 milhões retidos em 10 de outubro foram integralmente devolvidos à Prefeitura de Macapá no dia 20 de outubro. Ou seja: a desculpa da retenção caiu por terra. O valor milionário que deveria ter sido utilizado para honrar o pagamento dos trabalhadores simplesmente teve outro destino nos bastidores do palácio municipal.
O cenário real que a gestão tenta esconder:
1º. Desvio de finalidade: O dinheiro que entrou em 20/10 não foi para a conta dos servidores. Para onde foi essa verba?
2º. Parcelamento e calote: A prefeitura inventa narrativas enquanto parcelar salários vira rotina para cobrir o rombo financeiro real.
3º. Efeito cascata: Informações internas revelam que o colapso financeiro vai se arrastar por novembro, dezembro e janeiro, deixando a cidade à beira de um apagão fiscal.
4. 14 mil famílias ameaçadas: Mais de 14 mil servidores públicos e pensionistas correm o risco direto de ficar sem seus proventos no fim de ano, gerando pânico e mobilização nos sindicatos da categoria.
5. Os funcionários vivem um dilema nos próximos meses: Como ficam os salários dos meses de Novembro e Dezembro, Férias e o Décimo terceiro.